sábado, abril 24, 2010

Com imprimatur de Carlos Amor

Carlos Amor continua (felizmente!!!) a desenferrujar o pincel, coisa que aí fica provada com mais este exclusivo com que ele distingue o Buraco da Fechadura.

(Ele há cada uma!!! Por vezes surgem frases que podem ganhar um sentido bem diferente do que se pretendia. E então, regressando aqui à prosa umas horas depois da primeira postagem, afirmamos alto e bom som que o Carlos Amor nunca foi padre nem lhe são conhecidas maneiras cavilosas de desenferrujar o pincel. Aliás, ele desenha mediante recurso às novas tecnologias, sem papel nem instrumentos tradicionais.
Por ser verdade, aí fica dito.)



1 comentário:

Fernando disse...

Lembra-te que ops primeiros condenados em Portugal foram os professores, portanto cuidado se és aluno.