quinta-feira, janeiro 31, 2008

Wanya na cabeçalho do Público A edição de hoje do Público atribui o próprio espaço do seu cabeçalho a Wanya, a protagonista da aventura "Escala em Orongo" agora reeditada (35 anos depois da primeira edição) pela Gradiva. E anuncia artigo no interior. Aliás, esta reedição tem sido profusamente divulgada pela imprensa portuguesa.

Conforme Buraco divulgou, trata-se de uma obra de dois leirienses: Guião de Augusto Mota e desenhos de Nelson Dias.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Manta: 80 anos! João Abel Manta completou ontem oito décadas de vida.
Através do seu blog http://humorgrafe.blogspot.com, Osvaldo de Sousa desencadeou uma homenagem ao mestre da caricatura contemporânea portuguesa, que redundará numa exposição de trabalhos alusivos a Manta. Visitem o que já se divulga ali.

terça-feira, janeiro 29, 2008

Semanário Região de Leiria
O cartoon de Zé Oliveira

SuperGogue na corrida à Casa Branca Após galardoado com um brilhante Segundo Prémio obtido nos Estados Unidos, conforme Buraco noticiou recentemente, aí está o nosso amigo cartoonista diário do Faro de Vigo (Galiza) de novo em destaque nos States.
Vai ser de sua autoria a capa da EastSide Sun Magazine, de Seatle, que se publicará na próxima semana.

Buraco sempre na frente!
Buraco da Fechadura antecipa-se, mostrando de antemão a referida capa, onde Gogue caricatura Stuart McLeod

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Corrigenda
Carlos Amor já não fuma desde o Natal

Diz ele, corrigindo um buraco surgido aqui no dito, aí mais abaixo: "Qu’é lá isso! ERRO! ERRO! ERRO! Muito importante! Deixei de fumar no dia 24 de Dezembro de 2007,não “há uma semanita (ou nem tanto)”. O seu a seu dono! Estou há um mês sem fumar, caraças! E com muita pena, porque adoro, amo esfumaçar! Mas não vou encher o cu aos “Neo-Bufos” do Pinóquio português, (...)" etc etc etc, etcéteras que Buraco da Fechadura aqui não reproduz por se tratar de confidências de correio privado.

Já passou um mês, ãh?! A coisa vai!
Z.O.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Os fantasmas de Carlos Amor Direi como os gajinhos do anúncio: "Eu sei o que isso é!!!..."
O Carlos Amor deixou de fumar há uma semanita (ou nem tanto) e eu sei o que isso é: deixei de fumar há 32 anos e 13 dias. Não é fácil mas é possível (aguenta-te Carlos!), mesmo sem ajuda médica(mentosa). Mas durante uns tempos (uns três anitos, Carlos...) uma pessoa patina um bocado e "vê" fantasmas. Este que assaltou o Carlos (e que ele desenhou) é divertido: Um condenado à morte que tem uma última vontade: ir fumar um cigarro "lá fora"!

Abraço, Carlos!
Z
Tem uma coisa porreira: não oferece DVDs
Revista de humor e mais umas coisas chega em Março
Ponto Um: - Sem Santos não há Milagres.
Ponto Dois: - Para que apareça em Portugal uma Revista de Humor, é preciso um Milagre.
Conclusão : - Álvaro Santos reúne uma condição cine qua non,* aliás coisa genética, porque aquilo de o Álvaro ser Santos já é coisa hereditária. Depois, Álvaro Santos possui outras características muito adequadas ao empreendimento (que, na opinião de muitos eruditos destas coisas, só atrapalham), a saber: desenha bem, tem ideias tão originais quanto possível, há conteúdo intrínseco (porrrra, que esta frase saíu-me boa!) em tudo o que produz, é irreverente, não se deixa emprenhar pelos ouvidos (nem por mais nenhum buraco, que eu saiba), é culto, não tem a mania de que é o suprasumo, governa a vida a trabalhar, segundo me parece sem esquemas nem favores.

Ficamos ansiosos à espera da chegada às banccas da nova "Revista humorística de Banda Desenhada, cartoon, ilustração, notícias absurdas e mais umas coisas. Não oferecemos DVDs", conforme se afirma no contrato-promessa.

Para ir aguçando o apetite, aconselha-se umas espreitadelas de vez em quando a http://revistamodafoca.blogspot.com/2008/01/horscopo-moda-foca.html

* eu sei que se escreve "sine", mas assim fica muito mais original e remete para hollywood, coisa que traz muito mais feerismo à coisa.

terça-feira, janeiro 22, 2008



Trinta e dois anos sem fumar?

Porra, meu, que desperdício...
Agora eu também já não fumo. Sou teimoso, e não quero que um castrado bufo, recalcado chegue ao pé de mim, e diga: “-O senhor não pode fumar aqui. Tem que ir para a rua, ou paga uma multa...”
Logo, graças à nova lei, estou mais rico, e os bufos que andaram a salivar trinta e dois ou trinta e três anos, sem poderem bufar, agora com a nova lei vão poder de novo dar largas à sua vocação mais lusitana: BUFAR!...Tu há 32 anos, deixaste de fumar porque te apeteceu. Hoje, eu deixei de o fazer, (fumar), porque quero que os bufos, legisladores e quejandos a quem a malta alegremente paga os ordenados, se FODAM. Assim, em caixa alta!...

Carlos Amor

NB (Nota do Buraco)
O Carlos Amor é um "cartoonista no exílio" (e agora também "fumador no exílio").
Do seu cartoonismo, pode o espreitador do Buraco ver coisas, se fizer uma pesquisa aí em cima na janela dita cuja.
Do seu tabagismo, é mais fácil saber umas coisas: basta ler a prosa aí de cima. Tal e qual, ipsis verbis e sic, sem tirar nem pôr nem emendar, como o próprio faz questão.
Como os mais atentos adivinharão, este comentário do Carlos Amor deriva de uma treta que o coordenador do Buraco da Fechadura escreveu aí para baixo dando conta de que já não fuma há 32 anos (e mais onze dias, se nos reportarmos à data de hoje).
Desperdício, Carlos, foi o tempo que fumei!
Agora, Carlos, o que me vai custar é que venha cá a casa a fiscalização encerrar-me a lareira! E parece que já estivemos mais longe!
Z. O.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

domingo, janeiro 20, 2008

Próximo dia 26, lançamento de 2ª edição
Wanya, 30 anos depois
Uma das mais importantes Bandas Desenhadas portuguesas dos anos 70, criada pelos leirienses Nelson Dias (desenhos)e Augusto Mota (texto), vai ser lançada no próximo dia 26 em Lisboa.
A capa acima é da primeira edição (Assírio & Alvim), enquanto que a segunda edição é da Gradiva.
Em brave daremos mais pormenores acerca do lançamento.

Infelizmente, Nelson Dias já não está entre nós.
Quanto a Augusto Mota, transcrevemos a seguir um texto assinado no Região de Leiria em 2000 pelo coordenador de 'Buraco da Fechadura'

As mil artes de Augusto Mota, que cria para o público, não para exposições
Ensinar tudo a toda a gente



Texto de José Oliveira*
Há mais de 30 anos, Augusto Mota dizia assim numa entrevista dada ao “Jornal de Notícias”: “Cada artista devia – utopicamente devia – ensinar tudo e a toda a gente. As escolas, as fábricas, as oficinas, deviam ser orientadas por um gosto novo e consciente. Tudo como está me parece desencontrado.”E, muitas linhas abaixo, respondia que “o mural é a forma mais útil de participação na comunidade, a mais responsável. (…). Será, sobretudo, a forma menos egoísta de realização artística, se não se trair a sua função popular e o deixarmos estar no jardim, na escola, na gare, na praia, na fábrica, no café, no cinema, na igreja, em todos os sítios onde a vista não tenha reservado o direito de admissão.”Se bem o disse, melhor o fez. Na Escola Domingos Sequeira, onde foi professor de inglês, o artista plástico Augusto Mota deixou um grande trabalho seu em espaço público, colocado bastante tempo antes de se aposentar.Para uma das paredes do desaparecido Café Colipo, pintou uma gigante “Lenda do Lis e Lena” que está hoje armazenada algures, com mazelas difíceis de recuperar.Para as instalações da antiga “Carvalho & Catarro”, concebeu “As conquistas da Ciência”, um painel de quatro metros cujo paradeiro desconhece.Quase do mesmo tamanho, eram dois trabalhos que decoravam as paredes dos Supermercados Ulmar. “Foram assassinados”, lamenta hoje Augusto Mota. Uma parte da sua superfície está escondida por prateleiras; e o resto foi coberto por tinta plástica. Serão recuperáveis? “Talvez…” – diz Augusto Mota com grandes reticências. “É mais importante a intervenção artística nos espaços públicos do que nas galerias”, teima Mota em repetir, não obstante os desaires relatados. E foi com essa preocupação social que, quando jovem, se juntou a Miguel Franco, Guilherme Valente e Rui Branco, com Álvaro Morna a fazer uma perninha, para publicarem regularmente o “Pinhal Novo”, suplemento cultural do REGIÃO DE LEIRIA. E – parece mentira! – pagavam, dos seus próprios bolsos, 500 escudos para a inserção de cada edição neste semanário.Cultor de solidariedades, Augusto Mota participou, nos idos de 60, noutra experiência de grupo: uma mostra colectiva de poesia ilustrada através da qual um grupo de jovens intelectuais leirienses levou as suas preocupações sociais a expôr em Leiria, Marinha Grande e Monte Real. A única frase que recorda, das que ficaram registadas no livro de honra, dizia assim: “Mereciam ir todos presos”.Outro sinal da repressão sufocante que foi contemporânea da juventude de Augusto Mota, foi a apreensão dos exemplares da revista “Gafanhoto”, um periódico de banda desenhada que custava cinco tostões na Papelaria Vital, no edifício do Mercado de Santana, no sítio onde ainda há poucos anos existia um talho. O miúdo Augusto, que assistiu à cena de olhos arregalados, teve dificuldade em perceber porque é que aquele senhor, afinal um polícia à paisana, não deixava que uma tão inofensiva revista se vendesse. E a surpresa da criança não ficou mais pequena, quando lhe explicaram que… a culpa era do Cuto, um garoto traquinas cujo desenhador, Jesus Blasco, fazia viver aventuras demasiado rebeldes para uma época em que todas as actividades e leituras dos adolescentes não podiam desviar-se dos domesticantes parâmetros da Mocidade Portuguesa.Talvez tenham sido estas proibições aquilo que desencadeou em Augusto Mota um fascínio muito especial pela banda desenhada, que culminaria com a sua participação, como argumentista, na elaboração de “Wanya – Escala em Orongo”. Editado em 1973, foi um álbum de sucesso, que chegou a ser traduzido para a Alemanha.Porém, já dez anos antes Augusto Mota se aventurara noutro empreendimento: o do desenho animado. “Variações sobre o mesmo Traço” foi uma experiência concebida mediante técnicas muito pessoais, que lhe granjeariam uma meia dúzia de prémios, incluindo dois primeiros: num concurso de cinema de amadores da Figueira da Foz e no Primeiro Festival Nacional de Cinema de Amadores de Guimarães.Para realização pessoal, criou outros filmes que guarda para si. Alguns foram realizados de parceria com o conhecido poeta Alberto Pimenta, seu colega de curso em Coimbra. Aliás, os primeiros quatro livros de Alberto Pimenta possuem assinatura de Augusto Mota. Como tantos outros, dos mais diversos autores. E como os livros de todos os autores, que o leitor porventura adquira na Livraria Martins. Quer dizer: são de sua autoria, os desenhos das sobre-capas que a livraria oferece. …E encerramos com a frustração de ter deixado muito por dizer. Das incursões de Augusto Mota pela escrita, da sua intensa actividade como gravador de linólio, madeira, serigrafia, da sua componente humanística colocada ao serviço da população da sua Ortigosa, do seu culto pelas plantas, bem evidenciado no seu desafogado jardim, onde todas as espécies estão identificadas…Vejam lá, que até o nosso propósito inicial ficou no tinteiro! Que era destacar o pioneirismo de Augusto Mota nas artes gráficas leirienses. Os seus cartazes, que muita gente tem visto e pouca tem identificado o autor… Os seus logotipos criados para as mais diversas empresas ou instituições… Os seus estudos para caixas de tomates, tampos de sanita, copos, óculos, camisas, pão de ló…


*Este texto e foto foram publicados no Região de Leiria em 2 de Setembro de 2000, assinados por "José Freire de Oliveira". A utilização do nome completo do autor (e coordenador do Buraco da Fechadura) era uma exigência da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, com a alegação de que já existia uma carteira emitida com esse nome, para um fotógrafo que assinava profissionalmente "José Oliveira". A situação foi ultrapassada na revalidação seguinte da carteira, mercê da declaração do fotógrafo homónimo que amavelmente declarou que não publica textos, ao mesmo tempo que o coordenador do 'Buraco' declarava que não assina fotos.

sábado, janeiro 19, 2008

Manta homenageado
A Humorgrafe (Osvaldo Macedo de Sousa) e o BDjornal (J.Machado-Dias / Clara Botelho) estão à cabeça de uma homenagem ao grande Mestre João Abel Manta, cujo 80 aniversário se avizinha.
Mas a homenagem necessita da colaboração dos caricaturistas, cartoonistas, banda-desenhistas, ilustradores, que podem associar-se à iniciativa participando numa exposição com trabalhos que de algum modo evoquem o mestre. No caso das BD, a organização pede que elas não excedam uma ou duas pranchas.

As obras digitais podem ser enviadas por mail (Jpeg, 300 dpis) para humorgrafe_oms@yahoo.com. Os desenhos em original clássico, devem ser enviados para Osvaldo Macedo de Sousa Av. Carolina Michaelis nº31-4ºA - 2795-053 Linda-a-Velha até 30 de Janeiro de 2008.
No final todos os originais serão devolvidos com o respectivo catálogo.
Gogue premiado de novo
Gogue, o galego participante habitual das iniciativas caricaturísticas portuguesas, acaba de ser galardoado com mais uma distinção nos Estados Unidos, onde publica regularmente.
Desta vez arrecadou o Segundo Prémio no Cartoon of the week-Kansas City em The Wisenheimer (Associação de Humoristas Gráficos em Meios de Comunicação).
O trabalho premiado retrata uma situação que envolve Obama e Hillary.


Gogue confidenciou a Buraco da Fechadura a sua satisfação, porque, como diz, "não se ganham prémios em Kansas City todos os dias, para mais competindo com colegas da Imprensa de todo o mundo e estúdios de animação".
Buraco deixa aqui um abraço de parabéns para Gogue







Mingote: 89 anos anteontem



António Mingote, que publica todos os dias um cartoon de actualidade no ABC (Madrid), completou 89 anos de idade no passado dia 17, como nos recordou Filomeno em comentário no post abaixo.



Além do seu comentário gráfico diário, desenhado com rara segurança e traço assinalavelmente moderno, Mingote mantém um intenso ritmo de trabalho extra. Ilustra frequentemente obras literárias com dezenas ou centenas de desenhos, cria séries de selos para os "correos", azulejos para estações de metro, campanhas institucionais, etc.



Filho de um músico de Daroca (Zaragoza) e de uma escritora de Tarragona, passou a sua infância na terra do pai e em Calatayud. Também residiu em Teruel, onde iniciou os estudos.



Com uma carreira grafica iniciada aos 17 anos, justamente na altura em que se vê obrigado a alistar-se no exército, possui uma vasta galeria de distinções. Designadamente o primeiro título do Prémio Quevedos e o de Doutor Honoris Causa (2005), ambos outorgados pela Universidade de Alcalá de Henares (Madrid), sendo também Doutor Honoris Causa pela Universidad Rey Juan Carlos desde Janeiro de 2007.



É o decano dos humoristas latino-americanos no activo.




A foto (de Outubro de 2007) é um extracto de uma fotografia de grupo, chegado ontem a Buraco da Fechadura por gentileza da Fundación General de la Universidad de Alcalá de Henares.

A ilustração é um cartoon (autocaricatura) publicada pelo ABC em 6 de Junho de 2003, publicada por Buraco da Fechadura mercê de gentileza de www.tebeosfera.com (Manuel Barrero). A tradução é da responsabilidade de Buraco da Fechadura, usando a própria caligrafia de Mingote.






sexta-feira, janeiro 18, 2008

Hoje é Dia do Sorriso

Sorrir faz bem. Ao físico e à mente.
Porque hoje é Dia do Sorriso, convido-vos a dar uma espreitadela a um trabalho acerca do Humor que publico em http://oaquieagora.blogspot.com/2007/08/caricatura-nos-jornais.html
A publicação foi-me solicitada por Dina Cristo, professora da Esxcola Superior de Edicação de Coimbra, área de Comunicação Social. Acedi com gosto e tratarei de colocar aqui, dentro de pouco tempo, material ilustrativo.

Não se esqueçam de ir lá espreitar.
Zé Oliveira
Semanário Região de Leiria
O cartoon de Zé Oliveira (Portugal) ...é claro que corro o risco de que me chamem ignorante quando escrevo "jamé", que em francês se escreve "jamais" e significa "jamais" em português. Mas pronuncia-se "jamè" na língua de Asterix, e o ministro (de Portugal) preferiu falar francês quando quis dizer "jamais". E a verdade é que só assim (com este meu rasgo de ignorância) a piada ia fazer sentido...
Z. O.
Semanário Região de Leiria
O cartoon de Zé Oliveira (Portugal) ...começou por ser uma notícia de telejornal. Logo aí decidi: "vai ser este o tema dos próximos 'Corvos' ".
No dia seguinte, os diários confirmaram: aquilo que parecia ser uma extemporânea mentira de Abril - mentira de mau gosto, convenhamos - era mesmo verdade (ainda mais mau gosto...). Nos Marinheiros, periferia da cidade de Leiria, as crianças foram colocadas a ter actividades de tempos livres na... Casa Mortuária.

Como tenho andado num período de colagens, foi só ir ali fora fazer uma foto a um carro cá de casa (até estava lavadito, porque tinha chovido... ainda se nota o molhado...) aplicar-lhe uns desenhos feitos a marcador e inculcar-lhe o conceito mórbido de uma velha anedota popular de humor negro. As placas são photoshop.

Esta insistência nas colagens é uma maneira de "despachar" a tarefa em menos tempo e, ao mesmo tempo, vincular a ficção à realidade de modo mais... real.
Z. O.
Semanário Região de Leiria
O cartoon de Zé Oliveira (Portugal)Completam-se hoje 32 anos e uma semana que deixei de fumar.
Sou daqueles que reconhecem grande utilidade na lei do Tabaco recentemente implantada. Mas também sou daqueles que entendem que a primeira pessoa que deveria ter evitado "furar" a lei fumando em recinto público fechado haveria de ter sido o Inspector-geral da "polícia" que fiscaliza isso.

Desta vez, o cartoon foi feito com recurso à fotografia de escultura que fiz.
O cigarro não passa de um simples papel enrolado. O canudo foi colado com um pouco de fita-cola amarela do género da que usam os pintores de automóveis) que depois retoquei com umas risquinhas feitas com marcador castanho. O mesmo marcador com que desenhei a risquinha tipo cinta. A chama também foi pintada no canudo com marcadores. O fumo é photoshop.

Z. O.