domingo, agosto 31, 2008

Tenha uma caricatura!
Todas as semanas Buraco da Fechadura oferece uma caricatura grátis assinada por Zé Oliveira. Tenha a sua! Como?

Assim:

1 - Visite dois anúncios Google deste blog (ali mesmo em cima);
2 - Copie em cada anúncio uma frase completa de 5 palavras ou mais;
3 - Responda à Pergunta do Buraco (já aqui em baixo);
4 - Mande as duas frases e a resposta até às 24h00 de sábado para:

(tem de teclar este endereço);
Pergunta do Buraco: "Qual foi o caricaturista português que teve de se exilar em Madrid por causa de uma caricatura que publicou?"

O vencedor
O vencedor da semana passada é do Brasil, um brincalhão que ainda não mandou as fotos (creio que por uma questão de pudor).



Gon na televisão
Gonçalo Pedro (Gon nos desenhos) esteve há dois dias na TVI no programa do Goucha mostrando algumas das suas caricaturas.
Gon é um dos elementos fundadores da FECO-Portugal, associação de Caricaturistas em fase de legalização.
Para ver esse excerto do programa, clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=wjOImiFrp58
Buraco da Fechadura visto do Equador
Bonil, que é (cito da net) "uno de los mejores caricaturistas del Ecuador", olhou para o espelho e escreveu no seu blog palavras a meu respeito que lhe assentam a ele que nem uma luva, não a mim. Contudo, aqui vão as palavras dele:

Nuestro querido amigo y colega Zé Oliveira, gran caricaturista portugués, ofrece en su blog Buraco da Fechadura hacer una caricatura personal gratis. Claro, hay que cumplir ciertas condiciones que son muy sencillas y uno se convierte en candidato a recibir una caricatura personal del gran Zé Oliveira.

Zé, a más de ser un gran humorista gráfico es un extraordinario tipo a quien conocí en Alcalá de Henares durante la "Fiesta del Humor" en octubre del año pasado. Con un gran sentido del humor, de la picardía, uno rápidamente siente como si estuviese con un amigo de muchos años. Aquí presento una foto con él.




y tres caricaturas que me hizo en aquel encuentro.

La última (y la tercera) fue hecha sobre el tapete que se pone en las mesas, en este caso de un restaurante que se me escapa el nombre.

Parecería que me cogió cansado de tanto posar, pero la verdad es que yo ni me había dado cuenta que me estaba dibujando, lo cual es peor pues significa... que así mismo soy.

Modéstia?

Chegado a esta altura (cá bem em baixo no post...) caber-me-ia dizer que tenho muito mais pequena estatura do que aquela que o Bonil me atribui. Mas parece-me preferível (se não para interesse geral, pelo menos para interesse meu...) considerar que se ele o disse, lá terá as suas razões (no mínimo, ficou proprietário de três tentativas de caricatura pelas quais nada cobrei...).

As regras da retribuição

Mas é das regras destas coisas (que em boa verdade não costumam ter regras...) que a gente retribua a gentileza. E então, cá vai: "el trabajo de uno de los mejores caricaturistas del Ecuador" pode ser apreciado em http://bonilperiodismo.blogspot.com/. E traduzo a primeira frase da canção que dá fundo musical "à coisa": "Não sei quem vai mais longe, a montanha ou o caranguejo".

Abraço para ti, Bonil!!

Zé Oliveira

domingo, agosto 24, 2008

Bilhete Postal do Varella
Para o Varella
Oh Varela, lembras-te quando há dois ou três anos estávamos cá em casa a desfolhar a minha colecção do Miau de Angola e tu dizias que uma vez em que tinhas vindo do teu aquartelamento no mato até Luanda aproveitaste para visitar a Neográfica, onde se imprimia a revista Notícia que publicava semanalmente nesses idos de 1966 uma BD de tua autoria? E dizias tu: "estavam os gajos a preparar o Miau para imprimir, havia um buraco na página 2 e um deles disse-me assim: 'Tu és desenhador, não és? Não queres fazer um desenho para tapar este buraco?'"
Contavas-me tu que desenhaste um cartoon num instante, à medida do buraco. E que assinaste com o pseudónimo Eneias. E escreveste isto, para eu ver como era a assinatura: Pois bem, não nos lembrámos naquela altura que o Posto de Transformação de onde vem a electricidade aqui para casa é o nº 127. E que o único carro novo que comprei até hoje foi um Fiat 127. Portanto, e considerando que a lógica é uma batata, fazia todo o sentido que tivéssemos procurado por esse teu desenho no Miau nº 127. Mas não nos lembrámos!... Por isso não encontrámos o teu desenho. Que está efectivamente no nº 127 do Miau, com data de 14 de Dezembro de 1966. Mas está assinado Varella! Não está assinado Eneias! Ora vê:
Portanto, resta-nos agora descobrir onde raio publicavas desenhos assinados com Eneias!...

Cá vai um abraço do
Zé Oliveira

sábado, agosto 23, 2008

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Centenário no Chile
Revista El Peneca

Jaime Huerta é o editor do vídeo com link abaixo.

Ele é também o animador da criação da FecoChile (associação chilena de caricaturistas). Aquela e a Feco-Portugal são as duas associações mais recentes da FEderation of Cartoonists Organisations. Ressalve-se que a Feco portuguesa está ainda na fase de legalização, aguardando neste momento que lhe seja autorizada a utilização do nome.

Clique então nas linhas a seguir, para aceder ao centenário de El Peneca.

A capa de El Peneca (acima) é de "Memorial Chileno", portal de la cultura de Chile

quarta-feira, agosto 20, 2008


Tomy expõe em Istambul

Tomy acaba de regressar a Cuba, depois de ter estado em Istambul fazendo parte do Júri do Concurso Internacional de caricatura "Nasreddin Hoca". Do mesmo júri faziam parte um chinês, um brasileiro, um italiano, um coreano e sete turcos.

Tomy entre companheiros de risco
"Foi uma experiência inesquecível, é uma cidade maravilhosa, com uma cultura milenar", confidenciou Tomy a Buraco da Fechadura.

Tomy na sua exposição

Na mesma altura, o habitual colaborador de Buraco da Fechadura inaugurou uma sua exposição dos seus cartoons na Associação de Caricaturistas Turcos.

"Sangue na Picada"
Próximo Domingo em Alcobaça

Foi cartoonista e jornalista.
Viveu a experiência da Guerra Colonial em Angola e conta "tudo" no seu livro "Sangue na Picada".

No próximo Domingo estará em Alcobaça para uma sessão de autógrafos.
Para saber horas e local, visitar o blog do autor em http://travessadoferreira.blogspot.com

Aqui em baixo contamos mais sobre o autor e o livro.

terça-feira, agosto 19, 2008

Cartoonista > Chefe de Redacção do DN > Escritor
Já foi Rico e agora publica
livro sobre a Guerra Colonial

Começando pelo fim da história:
Andavam por aí os investigadores destas matérias a tentar descobrir a quem pertencia a assinatura "Rico", que rubricara centenas de cartoons semeados pelas páginas de várias publicações, mas o mistério apresentava-se mais difícil de solucionar do que identificar o Zorro que assina Z!.
Mas os manuais policiais dizem que todo o criminoso tem o seu momento de deslize.
Clique nos desenhos para ampliar


Quando tomei conhecimento de que tinha saído um livro de ficção-quase-realidade sobre a Guerra Colonial de Angola, corri a comprá-lo. Das suas características falo mais abaixo, mas para já adianto que Antunes Ferreira - o autor do livro - cometeu o tal deslize fatal de incluir no curriculum (na badana) o seu passado como cartoonista.

Contactado por e-mail, fechou-se em copas; que é como quem diz: moita carrasco. À pergunta "Cartoonista, quem és tu", respondeu nada. Devido a falha técnica, não é possível ampliar. Se a quiser ver maior, consulte http://lumege.blogspot.com


Cheguei a admitir que ele fosse o igualmente misterioso Ferra (fazia sentido que um Ferreira assinasse Ferra; e são contemporâneos). Mas depois, como o Antunes Ferreira também se chama Henrique, admiti que pudesse ser ele o Rico.

E atirei-lhe uma casca de banana: como descobri uma caricatura dele (num grande desenho de duas páginas do "Lacrau" que continha 15 caricaturados da autoria do Nando criador do Zé da Fisga, Nando que também aparece no grande desenho mas em fotografia e com um balão a referir-se ao Rico) remontei a foto do Nando e a caricatura do Antunes Ferreira, eliminando todo o restante conteúdo da página dupla. Publiquei-a em http://lumege.blogspot.com. E o Antunes Ferreira correspondeu à insinuação, confessando ser ele o Rico.

Afinal, isto já é regra! Os Ricos não gostam que se saiba que o são!


Os dois lados da guerra

Aqui está um livro que li de fio a pavio. Constituído por um conjunto de contos (relatos?) de meia dúzia de páginas cada, é, como diz Joaquim Vieira, "uma curiosa combinação de ficção e testemunho, deixando ao leitor, se o entender necessário, a tarefa de destrinçar uma coisa e outra".

Sem rodeios de linguagem ou enredo, estes mais de trinta textos poderiam ser relatos verídicos de episódios ocorridos, porque os houve tal e qual assim, repetidos, entre 1961 e 1974. Mas Antunes Ferreira não chega a chocar-nos com as notas de realismo que imprime à prosa, porque sabe "cortar os planos" a tempo. Ou intercalar notas de humor que desdramatizam no momento certo.


Aliás, só a meio do livro é que me dei conta de estar perante um jornalista que também passara pela carreira de autor de desenhos de humor e textos satíricos.

É certo que não li muitos livros de ficção sob o tema guerra colonial. Mas já li alguns (inclusivé um em original, por sinal muito bom), e é a primeira vez que me deparo com relatos que ficcionam os dois lados do conflito bélico. E com uma verosimilhança tal, que ficamos finalmente a conhecer, tantos anos depois, como funcionava "o outro lado".Escreveria muito mais, mas contenho-me. Porque sei que, neste género de suporte, "ninguém" lê postagens longas. E eu quero que me leiam esta prosa. Para que leiam o livro e o recomendem.

Acrescento, em abono da minha isenção, que não conheço pessoalmente o autor.

sábado, agosto 16, 2008

...vir ver os bonecos
A meio da tarde de hoje, embora fossem diminutas as espreitadelas portuguesas aqui ao Buraco, havia visitas de Espanha, França, Estados Unidos e - pasmem! - Arábia Saudita, Coreia, Índia e China.

Da China, devem ter sido os Selviços Secletos a investigar se havia por aqui alguma piada de mau gosto acerca do caraok musical de abertura, do fogo de artifictício também de abertura, ou mesmo acerca daquele bacalhau sueco que foi ao pódio para cuspir na sopa (leia-se mandar a medalha para as urtigas).

Os da Arábia Saudita, Coreia e Índia... devem ter vindo ver os bonecos! E fizeram muito bem!

sexta-feira, agosto 15, 2008

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Tertúlia BD de Lisboa
Diplomado pelo Geraldes Lino
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Calhou-me a mim, na primeira Terça de Agosto, a homenagem que o Geraldes Lino presta mensalmente, no Parque Mayer, a um autor de Banda Desenhada.

Se é certo que não considero que o trabalho que desenvolvo no mundo gráfico seja essencialmente de BD, reconheço que com alguma frequência recorro à narrativa sequencial para elaborar um cartoon. Isto é: não raro, os meus cartoons são curtas histórias contadas em duas vinhetas ou mais, por vezes meia dúzia. E por aí me tenho ficado.

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Foi meu companheiro de viagem, desde Leiria, o excelente cartoonista Mário Teixeira, que em plena tertúlia lançou um "Comic Jam" - uma história de BD criada colectivamente sob total improviso - que me tinha a mim como desgraçado protagonista, tendo-lhe cabido a ele o arranque da prancha e a mim o encerramento. Desenhei o The end como pude (mal e porcamente), com o constrangimento de estar a jogar em causa própria e de me ver cheio de vontade de meter rodas ao cominho do regresso. Porque a minha capital de Portugal é Leiria.

Uma BD qualquer dia ou nunca

Confessando o meu fascínio pela nona arte, não nego que volta e meia me assalta a vontade de avançar para uma história de várias pranchas. E tenho, inclusivamente, esboçado mentalmente as linhas gerais do que poderia ser uma ou outra história. Umas, imagino-as em linha clássica; outras, em registo cómico. Enfim, quem me conhece sabe que tenho esta característica (mais defeito do que qualidade) de me repartir por mil actividades, por mil e uma características, por mil e duas dúvidas. E fiquemos assim: não rejeito nem prometo uma história de BD para um dia destes; ou para nunca.





Numa perspectiva de que estas tertúlias podem extravasar para além do universo de cultores e servir também para angariação de novos entusiastas ou remoçamento de entusiasmos adormecidos, convidei dois companheiros que tive na guerra colonial: o Fernando Hipólito e o Abílio Henriques. Foram ambos interlocutores incansáveis com o Zé Manel, cujos desenhos no Jornal do Exército muito lhes suavizaram os longos dias do leste de Angola. Lembro-me de, há 40 anos, o Fernando Hipólito me confessar a sua grande admiração para com o virtuosismo do traço e do humor de Zé Manel. Admiração que eu partilhava e mantenho.



A minha primeira vez

Era a primeira vez que participava na tertúlia do Lino, não obstante esta já ser a nº 288. E tudo suplantou a minha expectativa! A começar pelo número de participantes, que atingiu a meia centena, não obstante estarmos em pleno mês de êxodo lisboeta e de eu ser completamente desconhecido (creio...) da maioria dos aficionados de BD.




Aqui está o diplomante (de bigode) e o diplomado (de cabelo no ar)



Dá cá Diploma, toma lá Caricatura


A organização, simples, foi muito eficaz e dinâmica. Enquanto se ia jantando, o Geraldes Lino distribuía fanzines e folhas volantes recheadas de material vinculado ao tema. E nessa linha de distribuição entrou o fanzine autobiográfico que preparei, editado mediante preço de favor da loja Copiola, de Leiria.



As amabilidades do Geraldes Lino foram retribuídas com esta caricatura que lhe ofereci.

Para ler o manuscrito sem estragar a vista, o melhor é clicar sobre o desenho



Como se sai disto?
Quando me coube dizer duas tretas, falei da situação difícil que atravessa a Caricatura portuguesa, designadamente da tentativa de esvaziamento da sua força crítica. Criou-se algum diálogo com os tertulianos, do qual retenho uma pergunta: "como é que se sai disto?" Como sou fraquíssimo na cozinha, não adiantei nenhuma receita milagrosa. Mas debitei umas considerações acerca da necessidade de as gerações mais jovens tentarem encontrar soluções que nos proporcionem uma imprensa de conteúdos mais sólidos ("de Conteúdos", como, tout court, dizia um tertuliano), também no humor.


Zé Oliveira

segunda-feira, agosto 04, 2008

Homenageado da Tertúlia BD de Lisboa:
Zé Oliveira"Tem por nome completo José Freire de Oliveira, e nasceu a 11 de Janeiro de 1946 em Cavadinha, freguesia de Urqueira, Ourém.

Publicou os seus primeiros desenhos satíricos na página dos Leitores da revista de banda desenhada Zorro, editado entre 1962 e 1966. A partir daí, o seu nome aparece nos mais diversos jornais e revistas: Ridículos, Flama, Barraca, Brincalhão, Magazine, Pé de Cabra, Chucha, Caixa Aberta, Região de Leiria.

Neste semanário, além de ter publicado cartunes e tiras de banda desenhada, foi também redactor, visto ter a carteira de jornalista. Que lhe serve, como ele próprio diz, "para escrever coisas sérias e assim conseguir ter boa reputação junto dos vizinhos".

Coordenou, em conjunto com Osvaldo de Sousa, um mensário humorístico chamado BronKit.

Zé Oliveira é homenageado pela tertúlia BD de Lisboa pelo facto de o conjunto da sua obra, especialmente dedicada ao Cartune e à Caricatura, também abarcar, significativamente, a Banda Desenhada".

Este texto de apresentação é transcrito do http://divulgandobd.blogspot.com, com direcção de Geraldes Lino, o criador da Tertúlia BD de Lisboa, onde aparece ilustrado (e cito de novo) "por três tiras de banda desenhada, sob o espírito do cartune (as ferroadas políticas, datadas e apenas compreensíveis para uma determinada área de leitores mais a par dos acontecimentos), pertence à obra Os olhos em bico, editada em álbum formato italiano, ao baixo, em 1997".

segunda-feira, julho 28, 2008


Pela segunda vez
Granada:
Explosão de Humor em Outubro



Com esta cara de pau aqui estou, fotografado em Granada, junto do desenho com que participei na primeira edição do Encontro de Humor daquela cidade que decorreu no ano passado.

Elaborei um apontamento mais simpático do que satírico de Frei Luís de Granada, um dominicano que, ali nascido, acabaria por vir a falecer em Lisboa onde se exilara por ser discordante da Inquisição que, no seu tempo (1505-1588), era mais violenta em Espanha do que em Portugal.

Quando tomou Portugal, Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) tentou usar a popularidade lusitana de Luis de Granada (que já cá residia) em proveito da ocupação espanhola do nosso país. Luís, que granjeava de simpatia junto do povo e era o confessor da Corte de Lisboa, não esteve pelos ajustes. E respondeu nestes termos (que poderíamos hoje considerar premonitórios da formação da Comunidade Europeia) "Não sou castelhano nem português, sou frade se S. Domingos".


Foi este Luís, totalmente desenhado em Photoshop por Zé Oliveira, a participação de Portugal no Primeiro Encontro Internacional de Humoristas Gráficos de Granada (2007)

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Aberto aos caricaturistas de todo o Mundo
II Encontro Internacional
de Humor Gráfico em Granada


24, 25 e 26 de Outubro de 2008



Durante o II Encontro será organizada a exposição “Granada – Semana Santa Internacional” e será editado um catálogo com as obras seleccionadas. O Encontro Internacional conta com o apoio da Autarquia de Granada, da Junta do Distrito de Granada e da Universidade de Granada.

1 – A convocatória está aberta a desenhadores e humoristas gráficos profissionais e amadores de todo o mundo.

2 – O tema do II Encontro é “A Semana Santa de Granada”. Mais informações sobre o tema, na página web
www.creatorio.com

3 – Os participantes podem enviar, no máximo, 3 obras. As obras podem ser realizadas utilizando qualquer técnica. Tamanho A4 paisagem (297 mm largura x 210 mm altura).
Embora seja recomendado enviar cartoons sem diálogo, aceitam-se textos em qualquer idioma desde que seja anexada a sua tradução para espanhol ou para inglês.

4 – As obras devem ser enviadas em 300 dpi, formato JPG, por correio electrónico a
granada@martinfavelis.com. Deve-se enviar também uma fotografia ou caricatura do autor com as mesmas características.

5 – Devem anexar-se também (num documento WORD) os seguintes elementos:

Nome e apelidos do autor.
Nome com o qual assina os cartoons.
Morada completa.
Endereço de correio electrónico e telefones.
Breve curriculum indicando as publicações com as quais trabalha actualmente.

6 – Com uma selecção das obras recebidas será realizada, dentro da programação do II Encontro, a exposição “Granada – Semana Santa Internacional”, no Centro Municipal de Arte Jovem Rei Chico. Igualmente, a exposição poderá ser mostrada de forma itinerante em outros actos ou eventos, nacionais ou internacionais, relacionados com o turismo, onde participe a Autarquia de Granada.
Também serão expostas na Internet na página web
www.creatorio.com

7 – Será editado um catálogo com as obras seleccionadas. Os autores que tiverem suas obras incluídas no catálogo receberão um exemplar do mesmo.

8 – A organização comunicará, através da página web do Encontro, ou através de correio electrónico, a relação dos participantes cuja obra foi recebida e a lista das seleccionadas para a exposição e o catálogo.

9 – O prazo para recepção das obras termina no dia 14 de Setembro de 2008.

10 – O envio da obra implica que o autor/a autoriza à Autarquia de Granada a reprodução e difusão (edição de catálogos, cartazes, trípticos, difusão na imprensa, página web, etc.), sem que isso implique nenhuma obrigação de nenhum tipo com o autor/a.

11 – A participação neste II Encontro supõe a aceitação integral do presente regulamento. Qualquer dúvida que possa surgir será resolvida pela organização do Encontro.

.24, 25 e 26 de Outubro de 2008:

II Encontro de Humor de Granada

Em 2007, decorreu a primeira edição do Encontro de Humor de Granada. Buraco da Fechadura esteve lá e tem documentos que o comprovam

Regra número um: um Encontro de Humor tem de ser uma coisa divertida; signifique isso o que significar.

Regra número dois: Humor é um ponto de encontro entre quem emite e quem recebe.

Durante o Primeiro Encontro de Humor de Granada, em 2007, uma das acções do programa decorreu na praça que fica defronte do restaurante de Luís. Meteu sessão de desenho de caricaturas ao vivo, com uma das estações de TV granadinas a transmitir em directo e fazendo inclusivamente uma mesa redonda com o tema "caricatura" a partir do local.

A primeira caricatura que me coube desenhar em público foi a de Luís. Palavra puxa palavra, quem é usted, o que faz, e tal, sou o Luís, proprietário deste restaurante aqui em frente, me gusta mucho caricatura, tenho várias na decoração do meu restaurante, e continuámos a conversa. Fiquei a saber que é amigo pessoal de Martinmorales, o cartoonista diário do ABC (de Madrid).

Daí a meia hora, estava o Luís a apresentar-me o Martinmorales (que aparece aqui na foto, entre mim (que estou em primeiro plano) e o Fer (da El Jueves). Estamos a ser fotografados já no balcão do restaurante do Luís, que fez questão de me oferecer uma peça de cerâmica artesanal identificativa do seu Restaurante Chikito (imagem mais acima). Porque Humor é dar e receber. Eu dei-lhe uma caricatura, ele deu-me um azulejo. E as cervejas! E as tapas!

Vemo-nos em Outubro, amigo Luis!

E renovamos o negócio!

Z. O.

domingo, julho 20, 2008


Conferência amanhã, 18h00, por Osvaldo de Sousa
Leal da Câmara o Caricaturista

Na Casa-museu Leal da Câmara, o Dr. Osvaldo de Sousa promove amanhã, pelas 18 horas, uma conferência intitulada "Leal da Câmara, o Caricaturista".

A apresentação do trabalho insere-se no programa do 60º aniversário da morte do artista e é precedida de visita grátis ao museu a partir das 16 horas.



A Casa-museu Leal da Câmara fica na Calçada da Rinchoa, 67, Rinchoa, Rio de Mouro, e pode ser contactada pelo telefone/fax 219164303.

Osvaldo de Sousa é Historiador de Arte, especializado nas áreas do Humor Gráfico e Caricatura.

quinta-feira, julho 17, 2008

Siné silenciado por censura
Não se pode brincar com o filho
de monsieur le President

Segundo a edição digital de ontem do Liberation.Fr, "o caricaturista francês Siné foi despedido do Charlie Hebdo", porque "Philippe Val, director do semanário satírico, censura o cariucaturista por ter feito numa crónica afirmações antisemitas relacionadas com o futuro casamento de Jean Sarkozy", filho do presidente da República francesa, nascido em Setembro de 1986 e já notado na cena política do seu país.


A decisão de suspender a colaboração de Siné foi tomada na passada Terça e reporta-se a uma crónica publicada em 2 de Julho, na qual o humorista ironisa acerca de uma eventual conversão de Jean Sarkozy ao judeismo através do seu já anunciado casamento com a filha do fundador das lojas Darty.

O director do semanário satírico diz que "Raramente estou de acordo com o que Siné escreve mas ele tem uma latitude à Charlie para exprimir opiniões diferentes das minhas" e acrescenta que "essa latitude é demarcada por um código que rejeita em absoluto todas as atitudes racistas e antisemitas no jornal", concluindo que, segundo sua opinião, Siné ultrapassou esse limite".

Em comunicado publicado ontem pelo Carlie Hebdo, Philippe Val escreve: "Os comentários de Siné acerca de Jean Sarkozy e sua noiva atingem a sua vida privada, dão eco ao boato do falso rumor da sua conversão ao judeismo e ao êxito social e isso não é aceitável nem defensável perante um tribunal".

Do Eliseu não saíu nenhum comentário e o jovem Sarkozy tem mantido o mesmo silêncio.


Siné, que já pertencera à série anterior de Charlie Hebdo, colaborava na série presente desde o seu reaparecimento, em 1992. Ao ser convidado a comentar, afirmou: "O Val queria pedidos de desculpa a Jean Sarkozy e à família Darty. Eu perguntei-lhe se ele não estava a gozar com a minha cara. Preferia cortar os tomates". E acrescentou: "Condeno que Jean Sarkozy se converta por oportunismo. Se ele se convertesse à religião muçulmana por casar com a filha de um emir, era a mesma coisa. E (a filha de) um católico, igual, eu nunca favoreci os católicos".

Ilustrações:
Cartoons de Siné, que estiveram expostos no Salão Nacional de Caricatura de Porto de Mós - 1988, no qual o conhecido humorista francês foi convidado especial.
São reproduzidos a partir do respectivo catálogo.

quarta-feira, julho 16, 2008

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Despedido do Charlie Hebdo
Siné vítima de censura
O Caricaturista francês Siné, de 79 anos, foi despedido do Charlie Hebdo em consequência de uma crónica que satirizava Jean Sarkozy.
O alerta chegou a Buraco da Fechadura por amabilidade de Leonardo de Sá.

Voltaremos au assunto.

domingo, julho 13, 2008

Vila Real - Salão Luso-Galaico de Caricatura

Prémios entregues ontem

Foram entregues no serão de ontem, em Vila Real, os prémios do XII Salão Luso-Galaico de Caricatura cujo tema era Rádio e Televisão.

Conforme já divulgado pelo Buraco da Fechadura em post mais abaixo, o 1º Prémio galardoou José Bandeira, cabendo o segundo a Michel Casado e o terceiro a Santiago.

Seguem alguns momentos da entrega dos prémios:

V

Uma no Cravo e outra na Ferradura

Uma no Cravo: O operador conseguiu um enquadramento mais ou menos.

Outra na Ferradura: Não se apercebeu de que a iluminação era insuficiente para que o vídeo tivesse o mínimo de qualidade aceitável.

O filme termina com o... caçador caçado. Entenda-se: com o Ferreira dos Santos "Santiago" filmado a filmar. E começara com Osvaldo a entregar o Grande Prémio do XII Salão Luso-Galaico de Caricatura a José Bandeira, autor do "Cravo e Ferradura" no Diário de Notícas e o "Não me Lembra Agora" no Jornal de Notícias ("Bandeira de Canto", creio, mas com dúvidas...)

Foram distinguidos com menções honrosas Gogue e Franjo Padin.

terça-feira, julho 01, 2008

Centenário de Alexandre Bóveda
Jovens galegos homenageiam herói com BD, caricatura e ilustração
Após a instauração do franquismo em Espanha, foram trespassados pelas armas entre 27.000 a 30.000 rebeldes que recusavam a ditadura que prolongava na península, através de Franco, os desígnios de Hitler e Mussolini. Alexandre Bóveda foi uma dessas vítimas, que iam sendo eliminadas selectivamente. Jovem de 33 anos e com cinco filhos, era Secretário de Organização do Partido Galeguista. E, em face da sua rebeldia perante o regime repressivo, foi vítima da operação de limpeza ideológica. Levado para um sítio ermo pelas forças muilitares, foi amarrado a um pinheiro e fuzilado com quatro tiros. Era o começo da manhã de 17 de Agosto de 1936.
Esse dia passou a ser Dia dos Mártires Galegos e é justamente Alexandre Bóveda, nascido há 100 anos, que a Amencer - Associación Xuvenil pretende recordar, estando a preparar um livro que se chamará Cousas sobre Bóveda e será ilustrado por desenhos, caricaturas, tiras ou BDs que a referida associação está a pedir aos artistas galegos e portugueses.
Será um trabalho semelhante a um outro que a mesma asociação já preparou com o título Cousas sobre Castelao, com a participação de mais de 15 ilustradores.

domingo, junho 29, 2008

As visitas ao Buraco
Para que fique registado, (porque a informação que se vê aí a passar ao lado desaparece às 24h00 de cada dia), o Buraco da Fechadura teve hoje, e até ao final da tarde, visitas de : Portugal, Brasil, França, Espanha, Reino Unido, EUA, Kénia, Suécia, Itália, Indonésia, Malásia, Alemanha e México.
Nota prévia
Para nós, autores portugueses, não reconforta saber que outros companheiros nossos têm passado momentos de pesadas vicissitudes. Mas pode servir-nos para nos reforçar a convicção de que cada vez mais devemos estar unidos e organizados. Pensemos nisso enquanto lemos a crónica seguinte que Ché nos mandou de Valência.
Ché é membro da Direcção da Feco-Espanha
Z.O.

Criadores da BD argentina
Por J. M. Varona "Ché"



Incluido no programa da XXIII edição do Festival Internacional de Cinema, decorreu no passado dia 24 a mostra de Cinema Jovem, no Centro Cultural Bancaja de Valênciaç. Nele teve lugar a projecção do documentário "Imaginadores: La aventura de la historieta argentina" - um resumo de 33 horas de trabalho da realizadora Daniela Fiore e do director de animação Julio Nicolás Azamor. O filme foi apresentado por Antonio Busquets responsávele de Flash-Back Producciones e representante para Espanha dos realizadores da película. (...)
Durante 80 minutos, e através do documentário, uma série de desenhadores, guionistas, jornalistas etc, apresentaram a situação passada e presente do humor gráfico argentino desde a sua época de ouro dos anos 40 a 60 - com uma abundância de revistas nas quais se podia colaborar, até ao actual momento em que sobrevivem os que podem. Para este trabalho, compulsaram um bom número de autores de referência, dentre os quais foram seleccionados 26 designadamente Francisco Solano López, Alberto y Enrique Breccia, Héctor Germán Oesterheld, Roberto Fontanarrosa, Horacio Altuna, los hermanos Villagran, Carlos Trillo, Eduardo Maicas, Oswal, Carlos Meglia, Ernesto García Seijas, Juan Sasturain, Caloi, Jorge Lucas e Quique Alcatena, que citaram publicações que, como "Hora Cero", "Patoruzú", "Rayo Rojo", "Humor", "Superhumor", "Fierro", "Cazador", "Clarín", "Frontera", "Boom", "Anteojito", "Gente", "Hortensia", "Tía Vicenta", "Columba" e "Skorpio", albergaram personagens como "El Eternauta", "Boggie El Aceitoso", "Ernie Pike", "Cybersix", "El Loco Chavez", "El señor López" (el de las puertitas), "El Negro Blanco", "Sonoman" e outros que, graças ao milagre da animação, saltaram para a película ganhando movimento e voz.
Foi especialmente emotivo ouvir Fontanarrosa que até muito recentemente esteve entre nós (morreu no ano passado) explicar como se iniciou no desenho e como deu vida às suas personagens e falar das influências que recebeu, como as de Hugo Pratt. Ou as palavras de Horacio Altuna, que fez de Espanha a sua nova casa, cujo humor se manifesta diariamente nas magníficas tiras publicadas em "El Periódico" de Barcelona. Ou de Trillo, que é o autor - em parceria com Maicas - do guião das historietas de Clara de Noche que sai semanalmente na revista El Jueves. Foram igualmente muito interessantes as explicações de Meglia, Maicas, Alcatena, Caloi, García, Sasturain, ou todos os demais.

Também se falo no filme das aventuras de El Eternauta - segundo alguns a mais gloriosa personagem da banda desenhada argentina, criada há 50, e de muitas outras personagens que fizeram da Argentina uma referência a nível mundial.
Vários autores citados são premiados, designadamente com o Yellow Kid e, no caso de Altuna, com o Grande Prémio do XXII Salón Internacional del Cómic de Barcelona.


Neste documentário também se fala da chegada das "vacas magras", com o desaparecimento das revistas que deixou tantos profissionais sem o seu meio habitual de vida; de como apareceu a revista "Skorpios" à qual se agarraram como puderam os que puderam. De como se compravam historietas por um chavo e se vendiam a preço de oiro em Itália, e de como os editores do momento se aproveitam da situação abrigando os profissionais sobreviventes a assinar contratos nos quais renunciam aos seus direitos de autor e aos seus originais; exactamente o que se passou a seu tempo em Espanha.


Apesar dos inconvenientes do momento, graças à qualidade do que se produziu e produz a nível gráfico, a Argentina continua a ser uma referência em todo o planeta, e em especial para o mundo de língua hispana; pela parte que nos toca - por ser próximo e actual - aí temos para o confirmar Quino, Mordillo, Ferro, Altuna, Trillo, Maicas, Matt, Schiammarella, Ermengol, Martín Favelis, Killiam e muitos outros.

sábado, junho 28, 2008

Novas aventuras deFloriano
Outro livro de Gogue
Floriano é um galego amigo de se encostar ao balcão da tasca e atirar umas filosofadas para o lado, lubrificadas por duas (três!) malgas de tinto.

Floriano é uma invenção diária que todas as manhãs renasce nas páginas do Faro de Vigo e já teve honras de livro por cá, vivendo a aventura das tipografias portuguesas de meias com a minha personagem O Broncas (pode adquirir-se na Cooperativa Trevim, da Lousã), numa edição a quatro mãos.

Mas Floriano tem agora outro motivo de orgulho: acaba de se ver retratado na música! Em sonoridade de bom perfil galego, evidentemente. Para ouvir, basta clicar na linha seguinte:
http://www.goguetoons.com/mp3/A_gran_aventura.mp3


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Gogue, quase português
Já aqui disse e repito: Gogue é um dos caricaturistas galegos que mais frequentemente se deslocam a Portugal (Lisboa, Amadora, Lousã, Porto, Vila Real...). E verifico que se comporta por cá como se fosse português. Como se estivesse em sua própria terra, o Grove, onde nasceu e vive (e onde há tanto marisco, que até chateia).

A próxima vez que virá a terras lusas (a Vila Real) é já em Julho, onde receberá uma menção honrosa no XV Salão Luso-Galaico de Caricatura.

Ilustração acima: Gogue por Zé Oliveira, retirada da sua página http://www.goguecartoons.com/

Venha viver no campo, a um minuto da cidade. Na Marinha Grande, Castro Luso proporciona-lhe isso num loteamento para vivendas unifamiliares que você pode conhecer em http://castroluso.blogspot.com
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Entre Canadá e Leiria

Fanzines de Mário Teixeira
Quando o inverno aperta por lá, regressa à aldeia de Barreiros, na freguesia de Amor, às portas de Leiria.

Mário Teixeira é um dos aderentes do projecto FECO-Portugal

Vem sempre com o sonho de ficar por cá, conseguir uma colaboração periódica num jornal português e estabilizar. Mas o melhor que por cá consegue é dar continuidade às artes que aprendeu com o pai, artes que nada têm a ver com isto dos desenhos, pois de carpintaria se trata.

Nos tempos livres vai editando e divulgando os seus fanzines e consolidando o seu estilo de humor, que já tem cunho pessoal, um cunho que se caracteriza pela retratação dos rídículos da nossa sociedadezinha medíocre protagonizada por ídolozecos da treta que se governam por gabinetes de ministérios e secretarias de Estado, conselhos de administração, consultorias manhosas e outras poucas vergonhas.

O Mário Teixeira depressa se desencanta, porque de cada vez que cá chega verifica que fora utópico o seu sonho sempre repetido de que as coisas haveriam de ter melhorado por estas lusitanas bandas. E faz as malas. E compra bilhetes para a família. E vai. Até ao inverno seguinte, quandom o sonho (outra vez utópico?) se reacende.

Para ampliar, basta clicar sobre a imagem
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Embora tivesse os seus desenhos referenciados, eu não conhecia o Mário Teixeira, mesmo residindo aqui ao pé da terra que passou a ser dele por via do casamento. Coisa estranha, este desconhecimento, embora habitual nestas leirenas terras, pois só há uma semana conheci pessoalmente o Sérgio Claro, igualmente cartoonista leiriense.
Um país em que os seus caricaturistas não se conhecem entre si, mesmo quando são vizinhos, tem de ser um país triste.
Um país onde os caricaturistas querem publicar os seus desenhos e não têm maneira de o conseguir, tem de ser um país ainda mais triste.
E viva o fado. Choradinho.
Zé Oliveira
Por Tomy (Cuba)
Por Dário Banegas (Honduras)
Por Carlos Sêco (Portugal)
Carlos Sêco é um dos aderentes ao projecto FECO-Portugal

segunda-feira, junho 23, 2008

Vila Real 2008

XII Salão Luso-Galaico de Caricatura

Inaugurado no passado dia 20, o XII Salão Luso-Galaico de Caricatura tem como tema a Rádio e a Televisão.

A este Salão podem concorrer caricaturistas residentes em Portugal ou na Galiza

Os prémios

Segundo informação recolhida em http://humorgrafe.blogspot.com/, são os seguintes os desenhos premiados:

1º Prémio - Zé Bandeira

2º Prémio - Michael Casado (Caricatura de José Carlos Malato)

3 Prémio - Santiago (António Santos) (Caricatura de Vitorino Nemésio)



Mensão Honrosa - Gogue


Menção Honrosa - Franjo Padin
Por Banegas (Honduras)

Por Tomy (Cuba)

Em El Ideal (Granada)
Por Zé Oliveira (Portugal) Uma das últimas colaborações de Zé Oliveira na página de Humor "EL V!ernes" do diário El Ideal (Granada)
Em PDF
Turcios na ArtefactoAcaba de saír o nº 8 da ArteFacto, ém formato PDF. Destaca-se uma entrevista a Turcios, "o grande caricaturista internacional", como refere a própria revista. Mas tem muito mais, como uma homenagem a Che Guevara e outra ao Super-Homem a propósito dos seus 70 anos. E uma outra entrevista a Javier Prado, do blog la Nuez mayor.
Imperdível.
Em www.artefacto.deartistas.com