...e agora não me incomodem. Estou a ver o programa diário do Banegas das sete às oito em www.telered21.comquarta-feira, outubro 01, 2008
...e agora não me incomodem. Estou a ver o programa diário do Banegas das sete às oito em www.telered21.comsábado, setembro 27, 2008
Gogue ilustra página web americana
Gogue desloca-se frequentemente a Portugal (Vila Real, Lousã, Amadora, Porto, etc)
domingo, setembro 21, 2008
Gogue estava lá!
O quadro ia caír, mas Gogue estava lá. E o fotógrafo do Faro de Vigo registou o momento. Foi em Cambados, durante a inauguração da exposição "Floreano em Escabeche"sábado, setembro 20, 2008
Banegas na TV. Veja em www.telered21.com/ às sete da tarde
Entrevistar caricaturando
Todos os dias a partir da meia noite (19h00 em Portugal) Dario Banegas entrevista em directo um convidado, enquanto vai desenhando a sua caricatura. Isto passa-se nas Honduras, nos estúdios da "Telered 21".
O desafio não é fácil, tanto mais que a entrevista é desenvolvida com profundidade jornalística, exigindo ao pivot uma dualidade de esforços.
Buraco da Fechadura falou com o seu habitual colaborador.
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- Como se intitula o teu programa?
- En voz alta
- E a estação de TV?
- Telered 21
- É local ou nacional?
- Nacional
- Que género de convidados tens?
- Pessoas de todo o tipo, que tenham uma história interessante para contar; funcionários públicos, políticos, desportistas, artistas, médicos, advogados, idosos, gente anónima, famosos, etc. (Há poucos dias, num mesmo programa em que Banegas fazia uma referência de saudação ao coordenador de Buraco da Fechadura, caricaturava e entervistava o vice-presidente da República das Honduras).
- Quem faz as perguntas, és tu próprio? Como articulas a atenção para as duas vertentes?
- Eu próprio apresento o programa, falo, faço as perguntas e simultaneamente desenho-lhes a caricatura.
- É em directo, ou gravado?
- Primeiro emite-se em directo ao meio dia e repete-se nesse mesmo dia às dez da noite (hora de Honduras).
- Inspiraste-te nalgum formato que conheças?
- Não, nenhum. Somente conheço programas de entrevistas. Mas assim como o "En Voz alta" não conheço mais nenhum.
- A tua já antiga experiência de rádio facilitou-te a tarefa?
- Claro que sim. Há 30 anos que me iniciei na rádio, era um menino de 9 anos.
Convido-te a vê-lo na internet em www.telered21.com 7h00 da tarde em Portugal em directo ou às 3h00 da madrugada em repetição. (A essa hora Zé está Zzzzzzé).
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Para outros fusos horários, tenham em conta que o programa é às 16 horas GMT e às 4 GMT
quinta-feira, setembro 18, 2008
In-prensa parafuso
Banegas intitulou assim este cartoon: "Prensa Parafuso".
Parece um título perfeito. Mas mais perfeito ficaria se conseguíssemos o impossível: traduzir esse título sem perda de parte do sentido... É que, em língua espanhola a palavra "prensa" possui o mesmo sentido que usamos em português; mas tem também outro: significa igualmente "imprensa". Traduzimos o menos mal possível!...
Uma explicação:Anunciámos há dias a publicação de um trabalho acerca do programa televisivo diário de Banegas. E já passou o prazo anunciado, sem que nada disso tenha sido editado.
O caso é que Buraco da Fechadura ainda não teve oportunidade de ver nenhum desses programas. De uma vez que o tentou ver, errou no horário (confusão de fusos...) e não apanhou mais do que o genérico de encerramento do programa.
Daí para a frente, todas as tentativas saíram goradas. E quando Buraco da Fechadura contactou a Telered21 de Honduras, ficou a saber qual a razão da falta de emissão na net: uma trovoada desferiu um raio sobre o equipamento que coloca o sinal de tv no servidor.
E como Buraco da Fechadura no habla de aquello que no conoce, aguardemos que a situação seja normalizada.
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Um português no júri
"A Linguagem do Mundo" dá prémios
Este é o coordenador de Buraco da Fechadura, numa caricatura (ou será numa dúvida existencial?...) da responsabilidade de Bonil (Equador) que, à falta de melhor papel, usou um toalhete de restaurante em Alcalá de Henares (Madrid).
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Do Bonil já tínhamso falado não há muito (procurem, aí mais abaixo) e trazemos de novo o nome dele aqui ao Buraco, porque foi exactamente Bonil quem nos informou de que já tinham saído os resultados do concurso "A Linguagem do Mundo", uma organização germano-turca. E, entre 1.053 cartoons, um dos distinguidos com Menção de Honra foi precisamente desenhado por Bonil.No Júri, um premiado em Portugal e um português
Harca foi às compras
Este que aqui vemos de camisola azul escura é o próprio Harca em pessoa, que foi às compras ao mercado de Picassent, povoação catalã de sua naturalidade. Da conversa dele é que não pescamos nada, pois ele e a sua conterrânea (uma das suas namoradas do tempo de escola, apostamos...) estão a conversar em catalão.
Mas para este diálogo, conseguimos arranjar tradução. A conversa era mais óbvia. (Já se sabe: conversas de namorados têm frequentemente muito de encriptação!...)quarta-feira, setembro 17, 2008
Recordando Célio Cantante
Numa deambulação pela net, calhou tropeçar há cinco minutos numa entrevista que fiz ao caricaturista Célio Cantante, publicada no Região de Leiria a 16 de Fevereiro de 2001 assinada com o meu nome copleto (na altura, não tinha ainda ultrapassado uma dificuldade que a Comissão da Carteira de Jornalista me impunha quanto à assinatura de simplesmente José Oliveira para os meus textos).
Célio viria a falecer menos de nove meses depois desta entrevista, aliás muito incompleta.

Agora, sete anos passados, creio que já poderei confidenciar aqui por que motivo corri a fazer tão apressada entrevista. Vamos por partes:
Tenho em meu arquivo plaquetes (ou plaquettes como queiram) editadas em 1953 durante a Queima das Fitas de Coimbra que contém caricaturas assinadas por um tal Célio. E a sua actividade no género prossegue nos anos seguintes, sempre em fulgurante crescendo de qualidade. Quando estudei em Coimbra, e compulsando a qualidade das caricaturas dos Livros de Curso e plaquetes (plaquettes?), não tie dúvidas em o eleger como um dos dois ou três mais brilhantes que passaram por aquela academia. Mas registos biográficos do autor não havia.
No começo da década de 70, venho residir para Leiria onde acabo por montar um gabinete de Topografia a escassos cem metros do atelier do arquitecto Cantante. Que durante décadas não conheci, porque nunca calhou; não obstante as afinidades profissionais.
Até que, surgindo em Coimbra no final de 1992 o encontro transgeracional de Caricaturistas designado Encontrão, decorrente de noitadas de caricaturas que mantive com o Orlando Noronha, o Eduardo Esteves e o Quim Paixão, surgia um problema: ninguém conseguia localizar um dos mais fulgurantes caricaturistas de meados do século: Célio.
Durante um telefonema, dou conta desta dificuldade ao Augusto Mota, leiriense que também desenhou caricaturas em Coimbra naquela altura. Que me responde, surpreendido: "Então não sabe quem é o Célio?!... É o arquitecto Cantante!" Acabou por não ir a Coimbra. Nessa altura, apenas o contactei via telefone. Desconheço se a silenciosa doença que o vitimaria já o minava ou não.
Acabei por vir a cionhecê-lo pessoalmente uns anos mais tarde durante uma das edições das Festas da Caricatura de Leiria, que decorreu por iniciativa motivadora da jornalista Lurdes Trindade, na antiga churrasqueira Transmontana (que mudara de nome, não me lembro para qual), nas proximidades das Cortes, lado direito de quem vai de Leiria. Nessa altura, durante o jantar, Céio Cantante ainda esboçou a tentativa de fazer uma caricatura, mas depressa se retraíu. Não tinha mão exercitada para tal tarefa.
Certo dia, chegou-me a notícia: a saúde não estava a sorrir a Célio Cantante, embora atravessasse uns dias de recuperação. Que poderiam ser curtos, avisaram-me.
Marquei uma entrevista com ele. E recolhi pouco mais material do que aquele que se publicou, pois percebi que lhe não estava a ser fácil recuar ao tempos de juventude. Levei-lhe uma das suas primeiras cariaturas para Livro de Curso que ampliei e fotocopiei sobre cartolina, para efeitos de foto, que o fez comentar que "era mesmo assim que eu desenhava, neste tamanho e neste género de folhas". E à pergunta acerca da data das suas primeiras caricaturas para plaquetes (plaquettes?), respondeu: "1954". Calcule-se, portanto, a sua surpresa quando lhe mostrei exemplares com caricaturas suas datados de 1953! "São seguramente as primeiras", asseverou.
Nove meses depois da entrevista que me concedeu, viria a falecer. Sinto que cumpri uma obrigação de cidadania ao registar a existência de um artista superior que corria o risco de, por força d sua modéstia, ficar incógnito na história das artes portuguesas. Mas fiz pouco. E disso me penitencio.
Convido-vos a ler a entrevista então publicada:
1 - Clicar em: http://www.regiaodeleiria.pt
2 - Na janela de "Pesquisa", escrever Célio Cantante caricatura
3 - Aparece o texto de apresentação. Clicar em [+]
Zé Oliveira
Xaquín Marin abandona
Para ampliar, clicar sobre a imagem
Um texto editorial começa por chamar a Xaquín Marín "alicerce do humorismo galego", mas corrige: "qual alicerce! Alicercíssimo!". E continua: "As suas personagens são facilmente identificáveis porque lhe saem mesmo de dentro. De profundis, como se diria agora. Desde os velhos filósofos no banco do parque até ao omnipresente pé esmagador (...)" porque muitos dos cartoons de Marín são protagonizados por um pé enorme, que aniquila tudo e todos.Santiago inaugurou exposição em Paredes
Santiago inaugurou em Paredes uma exposição de Caricatura no passado fim-de-semana, conforme havíamos anunciado.
Mas os anfitriões que lhe cederam o espaço não se deram ao trabalho de honrar o seu compromisso de comparecerem na inauguração.
Segundo escreve Osvaldo de Sousa no seu blog http://humorgrafe.blogspot.com , "a Câmara Municipal de Paredes deu a oportunidade de Santiago expôr. Não fez catálogo, o que está mal, mas o pior é que no dia da inauguração, abriram-lhe as portas e não apareceu nem o Presidente, nem um vereador, nem um director de serviço... é uma vergonha como este país terceiro-mundista trata os cidadãos, os artistas".A foto é de http://humorgrafe.blogspot.com
Salão Luso-galaico agora em Ourense
O XII Salão Luso-galaico de Caricatura de Vila Real está desde hoje na Casa da Xuventude de Ourense, acompanhado de uma retrospectiva do humorista e investigador galego Siro Lopez.Pode ser visitada até dia 29 de Setembro.
Personagem de GogueFloreano de Escabeche












