Pedro Sol vestido por Rruizte
Mercê desse extraordinário meio de transporte que é o guarda-chuva (ele chama-lhe paráguas...) Pedro Sol acaba de fazer a viagem desde o México até aqui ao Buraco da Fechadura, com a rapidez de um salto de grilo.
Mercê desse extraordinário meio de transporte que é o guarda-chuva (ele chama-lhe paráguas...) Pedro Sol acaba de fazer a viagem desde o México até aqui ao Buraco da Fechadura, com a rapidez de um salto de grilo.

O modo mais prático para contactar Zé Oliveira, é usar o endereço de mail acima. Mas teclando-o, pois isto é simplesmente uma imagem, não un link; para evitar os spams.
Tantos cartoons envia Tomy para Buraco da Fechadura e tão poucos são publicados! Porquê? Porque falta o tempo aqui por estes lados.
O vencedor

La última (y la tercera) fue hecha sobre el tapete que se pone en las mesas, en este caso de un restaurante que se me escapa el nombre.
Parecería que me cogió cansado de tanto posar, pero la verdad es que yo ni me había dado cuenta que me estaba dibujando, lo cual es peor pues significa... que así mismo soy.
As regras da retribuição
Mas é das regras destas coisas (que em boa verdade não costumam ter regras...) que a gente retribua a gentileza. E então, cá vai: "el trabajo de uno de los mejores caricaturistas del Ecuador" pode ser apreciado em http://bonilperiodismo.blogspot.com/. E traduzo a primeira frase da canção que dá fundo musical "à coisa": "Não sei quem vai mais longe, a montanha ou o caranguejo".
Abraço para ti, Bonil!!
Zé Oliveira
Pois bem, não nos lembrámos naquela altura que o Posto de Transformação de onde vem a electricidade aqui para casa é o nº 127. E que o único carro novo que comprei até hoje foi um Fiat 127. Portanto, e considerando que a lógica é uma batata, fazia todo o sentido que tivéssemos procurado por esse teu desenho no Miau nº 127. Mas não nos lembrámos!... Por isso não encontrámos o teu desenho. Que está efectivamente no nº 127 do Miau, com data de 14 de Dezembro de 1966. Mas está assinado Varella! Não está assinado Eneias! Ora vê:
Centenário no Chile
Quando tomei conhecimento de que tinha saído um livro de ficção-quase-realidade sobre a Guerra Colonial de Angola, corri a comprá-lo. Das suas características falo mais abaixo, mas para já adianto que Antunes Ferreira - o autor do livro - cometeu o tal deslize fatal de incluir no curriculum (na badana) o seu passado como cartoonista.
Contactado por e-mail, fechou-se em copas; que é como quem diz: moita carrasco. À pergunta "Cartoonista, quem és tu", respondeu nada.
Devido a falha técnica, não é possível ampliar. Se a quiser ver maior, consulte http://lumege.blogspot.com E atirei-lhe uma casca de banana: como descobri uma caricatura dele (num grande desenho de duas páginas do "Lacrau" que continha 15 caricaturados da autoria do Nando criador do Zé da Fisga, Nando que também aparece no grande desenho mas em fotografia e com um balão a referir-se ao Rico) remontei a foto do Nando e a caricatura do Antunes Ferreira, eliminando todo o restante conteúdo da página dupla. Publiquei-a em http://lumege.blogspot.com. E o Antunes Ferreira correspondeu à insinuação, confessando ser ele o Rico.
Afinal, isto já é regra! Os Ricos não gostam que se saiba que o são!
Foi meu companheiro de viagem, desde Leiria, o excelente cartoonista Mário Teixeira, que em plena tertúlia lançou um "Comic Jam" - uma história de BD criada colectivamente sob total improviso - que me tinha a mim como desgraçado protagonista, tendo-lhe cabido a ele o arranque da prancha e a mim o encerramento. Desenhei o The end como pude (mal e porcamente), com o constrangimento de estar a jogar em causa própria e de me ver cheio de vontade de meter rodas ao cominho do regresso. Porque a minha capital de Portugal é Leiria.Uma BD qualquer dia ou nunca
Aqui está o diplomante (de bigode) e o diplomado (de cabelo no ar)
Dá cá Diploma, toma lá Caricatura
A organização, simples, foi muito eficaz e dinâmica. Enquanto se ia jantando, o Geraldes Lino distribuía fanzines e folhas volantes recheadas de material vinculado ao tema. E nessa linha de distribuição entrou o fanzine autobiográfico que preparei, editado mediante preço de favor da loja Copiola, de Leiria.
Como se sai disto?
Quando me coube dizer duas tretas, falei da situação difícil que atravessa a Caricatura portuguesa, designadamente da tentativa de esvaziamento da sua força crítica. Criou-se algum diálogo com os tertulianos, do qual retenho uma pergunta: "como é que se sai disto?" Como sou fraquíssimo na cozinha, não adiantei nenhuma receita milagrosa. Mas debitei umas considerações acerca da necessidade de as gerações mais jovens tentarem encontrar soluções que nos proporcionem uma imprensa de conteúdos mais sólidos ("de Conteúdos", como, tout court, dizia um tertuliano), também no humor.
Zé Oliveira
"Tem por nome completo José Freire de Oliveira, e nasceu a 11 de Janeiro de 1946 em Cavadinha, freguesia de Urqueira, Ourém.
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Aberto aos caricaturistas de todo o Mundo
II Encontro Internacional
de Humor Gráfico em Granada
24, 25 e 26 de Outubro de 2008
Durante o II Encontro será organizada a exposição “Granada – Semana Santa Internacional” e será editado um catálogo com as obras seleccionadas. O Encontro Internacional conta com o apoio da Autarquia de Granada, da Junta do Distrito de Granada e da Universidade de Granada.
1 – A convocatória está aberta a desenhadores e humoristas gráficos profissionais e amadores de todo o mundo.
2 – O tema do II Encontro é “A Semana Santa de Granada”. Mais informações sobre o tema, na página web www.creatorio.com
3 – Os participantes podem enviar, no máximo, 3 obras. As obras podem ser realizadas utilizando qualquer técnica. Tamanho A4 paisagem (297 mm largura x 210 mm altura).
Embora seja recomendado enviar cartoons sem diálogo, aceitam-se textos em qualquer idioma desde que seja anexada a sua tradução para espanhol ou para inglês.
4 – As obras devem ser enviadas em 300 dpi, formato JPG, por correio electrónico a
granada@martinfavelis.com. Deve-se enviar também uma fotografia ou caricatura do autor com as mesmas características.
5 – Devem anexar-se também (num documento WORD) os seguintes elementos:
Nome e apelidos do autor.
Nome com o qual assina os cartoons.
Morada completa.
Endereço de correio electrónico e telefones.
Breve curriculum indicando as publicações com as quais trabalha actualmente.
6 – Com uma selecção das obras recebidas será realizada, dentro da programação do II Encontro, a exposição “Granada – Semana Santa Internacional”, no Centro Municipal de Arte Jovem Rei Chico. Igualmente, a exposição poderá ser mostrada de forma itinerante em outros actos ou eventos, nacionais ou internacionais, relacionados com o turismo, onde participe a Autarquia de Granada.
Também serão expostas na Internet na página web www.creatorio.com
7 – Será editado um catálogo com as obras seleccionadas. Os autores que tiverem suas obras incluídas no catálogo receberão um exemplar do mesmo.
8 – A organização comunicará, através da página web do Encontro, ou através de correio electrónico, a relação dos participantes cuja obra foi recebida e a lista das seleccionadas para a exposição e o catálogo.
9 – O prazo para recepção das obras termina no dia 14 de Setembro de 2008.
10 – O envio da obra implica que o autor/a autoriza à Autarquia de Granada a reprodução e difusão (edição de catálogos, cartazes, trípticos, difusão na imprensa, página web, etc.), sem que isso implique nenhuma obrigação de nenhum tipo com o autor/a.
11 – A participação neste II Encontro supõe a aceitação integral do presente regulamento. Qualquer dúvida que possa surgir será resolvida pela organização do Encontro.
Durante o Primeiro Encontro de Humor de Granada, em 2007, uma das acções do programa decorreu na praça que fica defronte do restaurante de Luís. Meteu sessão de desenho de caricaturas ao vivo, com uma das estações de TV granadinas a transmitir em directo e fazendo inclusivamente uma mesa redonda com o tema "caricatura" a partir do local.

Vemo-nos em Outubro, amigo Luis!
E renovamos o negócio!
Z. O.
A Casa-museu Leal da Câmara fica na Calçada da Rinchoa, 67, Rinchoa, Rio de Mouro, e pode ser contactada pelo telefone/fax 219164303.
Osvaldo de Sousa é Historiador de Arte, especializado nas áreas do Humor Gráfico e Caricatura.
Siné silenciado por censura
Não se pode brincar com o filho
de monsieur le President
Segundo a edição digital de ontem do Liberation.Fr, "o caricaturista francês Siné foi despedido do Charlie Hebdo", porque "Philippe Val, director do semanário satírico, censura o cariucaturista por ter feito numa crónica afirmações antisemitas relacionadas com o futuro casamento de Jean Sarkozy", filho do presidente da República francesa, nascido em Setembro de 1986 e já notado na cena política do seu país.
A decisão de suspender a colaboração de Siné foi tomada na passada Terça e reporta-se a uma crónica publicada em 2 de Julho, na qual o humorista ironisa acerca de uma eventual conversão de Jean Sarkozy ao judeismo através do seu já anunciado casamento com a filha do fundador das lojas Darty.
O director do semanário satírico diz que "Raramente estou de acordo com o que Siné escreve mas ele tem uma latitude à Charlie para exprimir opiniões diferentes das minhas" e acrescenta que "essa latitude é demarcada por um código que rejeita em absoluto todas as atitudes racistas e antisemitas no jornal", concluindo que, segundo sua opinião, Siné ultrapassou esse limite".
Em comunicado publicado ontem pelo Carlie Hebdo, Philippe Val escreve: "Os comentários de Siné acerca de Jean Sarkozy e sua noiva atingem a sua vida privada, dão eco ao boato do falso rumor da sua conversão ao judeismo e ao êxito social e isso não é aceitável nem defensável perante um tribunal". Do Eliseu não saíu nenhum comentário e o jovem Sarkozy tem mantido o mesmo silêncio.

Siné, que já pertencera à série anterior de Charlie Hebdo, colaborava na série presente desde o seu reaparecimento, em 1992. Ao ser convidado a comentar, afirmou: "O Val queria pedidos de desculpa a Jean Sarkozy e à família Darty. Eu perguntei-lhe se ele não estava a gozar com a minha cara. Preferia cortar os tomates". E acrescentou: "Condeno que Jean Sarkozy se converta por oportunismo. Se ele se convertesse à religião muçulmana por casar com a filha de um emir, era a mesma coisa. E (a filha de) um católico, igual, eu nunca favoreci os católicos".
Ilustrações: