domingo, fevereiro 03, 2008
António Sabão solidário (?) com Lambert
Este desenho é um PLÁGIO de um desenho premiado do brasileiro BIRATAN! Tenho dito!!!
(Ass. António Sabão, também conhecido por F.Santos, assinatura que usa para os seus plágios e alguns originais, embora prefira que lhe chamem simplesmente "António". É de Cucujães, vive no Cerco do Porto e não publica no Expresso)
Resposta a António Sabão
(...) Lembras-te de quando me plagiaste uma ideia que te confiei numa conversa, a enviaste antes de mim para um concurso em Aveiro e recebeste um prémio? E não falemos mais de contas...
Zé Oliveira
Nota: Para perceber melhor o contexto, ler "comentários" em http://toonices.blogspot.com
Como bien dice David lo peor son las llamadas nocturnas anónimas.
(Ass. Filomeno)
Mi solidaridad con Lamber. Parece mentira que a estas alturas, los cargos públicos no admitan las críticas ni el humor. Eso les va en el sueldo. Lo peor son las cobardes amenazas que ha recibido.Un saludo y agradecimiento a José Oliveira por ofrecer a Lamber su "Buraco da Fechadura". Espero que otros le imiten.
David Vela
Haya sensatez: los grandes Quevedo y Góngora dirimían sus diferencias con versos satíricos, sin ir al juzgado...........
(Ass. Filomeno)
Em comentário ao post abaixo, Filomeno pergunta como pode solidarizar-se com Lambert. Pois bem, já está a solidarizar-se. No entanto, tanto Filomeno como qualquer outro, podem dirigir-se a Lambert através do seguinte endereço electrónico do coordenador do Buraco da Fechadura:

Mas é necessário copiar e digitar com o teclado, pois este endereço é uma simples imagem e não um link (por segurança). Bom seria que muitos nos solidarizassemos com Lambert. É necessário desmascarar essa gente ridícula que sonha com o regresso da censura. Gente que se imagina detentora da verdade e detentora da capacidade de espezinhar os outros.
Z. O.
sábado, fevereiro 02, 2008
Lambert alvo de censura
Lambert pode ter de enfrentar a Justiça espanhola e tem recebido ameaças telefónicas anónimas por ter desenhado e publicado este cartoon no jornal El Económico de Sagunto (sua cidade) onde colabora regularmente.
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A notícia, acabada de chegar a Buraco da Fechadura enviadas pelo próprio cartoonista, diz que a direcção do Atlético Saguntino Club de Fútbol "afirma que contratará advogados de reconhecido prestígio", depois de ter tido ontem uma reunião extraordinária cujo "único ponto foi empreender acções legais contra o célebre desenhador local (...) por causa de um cartoon publicado no passado dia 30 de Janeiro no qual o mordaz desenhador dava a sua visão sobre os protestos contra a reforma do teatro romano de Sagunto, declarada ilegal pelo Tribunal Supremo".
Segundo a mesma notícia, "a direcção do clube desportivo gastou o dinheiro dos sócios a contratar, literalmente, um escritório de advogados de reconhecido prestígio para mover uma queixa-crime contra o desenhador", porque o seu cartoon foi considerado "delito de injúrias".
No cartoon aparecem representados os directores associativos Joan Lerma e Ciprià Ciscar acompanhados de um rebanho e o clube joga o argumento de que o desenho é um insulto a menores, continuando a notícia a afirmar que " apesar de no cartoon não haver nenhuma ovelha de menor idade, consideram que os presumíveis insultos do desenho vão dirigidos aos menores que foram levados à manifestação pelos seus pais".
O clube saguntino enviou um comunicado a vários meios de comunicação, mas, por motivo ainda desconhecido, não o remeteu a El Economico, o jornal em causa.
Os dirigentes associativos pretendem dar a este caso um cariz político, pedindo "amparo à Junta de Governo Municipal e à pessoa do Alcaide", obrigando assim o Partido Popular "a posicionar-se junto aos que defendem a decisão da remodelação ilegal (...), decisão que o Partido Popularjá recusou publicamente".
quinta-feira, janeiro 31, 2008
A edição de hoje do Público atribui o próprio espaço do seu cabeçalho a Wanya, a protagonista da aventura "Escala em Orongo" agora reeditada (35 anos depois da primeira edição) pela Gradiva. E anuncia artigo no interior. Aliás, esta reedição tem sido profusamente divulgada pela imprensa portuguesa.Conforme Buraco divulgou, trata-se de uma obra de dois leirienses: Guião de Augusto Mota e desenhos de Nelson Dias.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
terça-feira, janeiro 29, 2008
Após galardoado com um brilhante Segundo Prémio obtido nos Estados Unidos, conforme Buraco noticiou recentemente, aí está o nosso amigo cartoonista diário do Faro de Vigo (Galiza) de novo em destaque nos States. Vai ser de sua autoria a capa da EastSide Sun Magazine, de Seatle, que se publicará na próxima semana.
Buraco sempre na frente!
Buraco da Fechadura antecipa-se, mostrando de antemão a referida capa, onde Gogue caricatura Stuart McLeod
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Carlos Amor já não fuma desde o Natal
Diz ele, corrigindo um buraco surgido aqui no dito, aí mais abaixo: "Qu’é lá isso! ERRO! ERRO! ERRO! Muito importante! Deixei de fumar no dia 24 de Dezembro de 2007,não “há uma semanita (ou nem tanto)”. O seu a seu dono! Estou há um mês sem fumar, caraças! E com muita pena, porque adoro, amo esfumaçar! Mas não vou encher o cu aos “Neo-Bufos” do Pinóquio português, (...)" etc etc etc, etcéteras que Buraco da Fechadura aqui não reproduz por se tratar de confidências de correio privado.
Já passou um mês, ãh?! A coisa vai!
Z.O.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Direi como os gajinhos do anúncio: "Eu sei o que isso é!!!..."O Carlos Amor deixou de fumar há uma semanita (ou nem tanto) e eu sei o que isso é: deixei de fumar há 32 anos e 13 dias. Não é fácil mas é possível (aguenta-te Carlos!), mesmo sem ajuda médica(mentosa). Mas durante uns tempos (uns três anitos, Carlos...) uma pessoa patina um bocado e "vê" fantasmas. Este que assaltou o Carlos (e que ele desenhou) é divertido: Um condenado à morte que tem uma última vontade: ir fumar um cigarro "lá fora"!
Abraço, Carlos!
Z
Revista de humor e mais umas coisas chega em Março

Ponto Um: - Sem Santos não há Milagres.
Ponto Dois: - Para que apareça em Portugal uma Revista de Humor, é preciso um Milagre.
Conclusão : - Álvaro Santos reúne uma condição cine qua non,* aliás coisa genética, porque aquilo de o Álvaro ser Santos já é coisa hereditária. Depois, Álvaro Santos possui outras características muito adequadas ao empreendimento (que, na opinião de muitos eruditos destas coisas, só atrapalham), a saber: desenha bem, tem ideias tão originais quanto possível, há conteúdo intrínseco (porrrra, que esta frase saíu-me boa!) em tudo o que produz, é irreverente, não se deixa emprenhar pelos ouvidos (nem por mais nenhum buraco, que eu saiba), é culto, não tem a mania de que é o suprasumo, governa a vida a trabalhar, segundo me parece sem esquemas nem favores.
Ficamos ansiosos à espera da chegada às banccas da nova "Revista humorística de Banda Desenhada, cartoon, ilustração, notícias absurdas e mais umas coisas. Não oferecemos DVDs", conforme se afirma no contrato-promessa.
Para ir aguçando o apetite, aconselha-se umas espreitadelas de vez em quando a http://revistamodafoca.blogspot.com/2008/01/horscopo-moda-foca.html
* eu sei que se escreve "sine", mas assim fica muito mais original e remete para hollywood, coisa que traz muito mais feerismo à coisa.
terça-feira, janeiro 22, 2008
Trinta e dois anos sem fumar?
Porra, meu, que desperdício...
Agora eu também já não fumo. Sou teimoso, e não quero que um castrado bufo, recalcado chegue ao pé de mim, e diga: “-O senhor não pode fumar aqui. Tem que ir para a rua, ou paga uma multa...”
Logo, graças à nova lei, estou mais rico, e os bufos que andaram a salivar trinta e dois ou trinta e três anos, sem poderem bufar, agora com a nova lei vão poder de novo dar largas à sua vocação mais lusitana: BUFAR!...Tu há 32 anos, deixaste de fumar porque te apeteceu. Hoje, eu deixei de o fazer, (fumar), porque quero que os bufos, legisladores e quejandos a quem a malta alegremente paga os ordenados, se FODAM. Assim, em caixa alta!...
Carlos Amor
NB (Nota do Buraco)
O Carlos Amor é um "cartoonista no exílio" (e agora também "fumador no exílio").
Do seu cartoonismo, pode o espreitador do Buraco ver coisas, se fizer uma pesquisa aí em cima na janela dita cuja.
Do seu tabagismo, é mais fácil saber umas coisas: basta ler a prosa aí de cima. Tal e qual, ipsis verbis e sic, sem tirar nem pôr nem emendar, como o próprio faz questão.
Como os mais atentos adivinharão, este comentário do Carlos Amor deriva de uma treta que o coordenador do Buraco da Fechadura escreveu aí para baixo dando conta de que já não fuma há 32 anos (e mais onze dias, se nos reportarmos à data de hoje).
Desperdício, Carlos, foi o tempo que fumei!
Agora, Carlos, o que me vai custar é que venha cá a casa a fiscalização encerrar-me a lareira! E parece que já estivemos mais longe!
Z. O.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
domingo, janeiro 20, 2008
Wanya, 30 anos depois

Uma das mais importantes Bandas Desenhadas portuguesas dos anos 70, criada pelos leirienses Nelson Dias (desenhos)e Augusto Mota (texto), vai ser lançada no próximo dia 26 em Lisboa.
A capa acima é da primeira edição (Assírio & Alvim), enquanto que a segunda edição é da Gradiva.
Em brave daremos mais pormenores acerca do lançamento.
Infelizmente, Nelson Dias já não está entre nós.
Quanto a Augusto Mota, transcrevemos a seguir um texto assinado no Região de Leiria em 2000 pelo coordenador de 'Buraco da Fechadura'
As mil artes de Augusto Mota, que cria para o público, não para exposições
Ensinar tudo a toda a gente

Texto de José Oliveira*
Há mais de 30 anos, Augusto Mota dizia assim numa entrevista dada ao “Jornal de Notícias”: “Cada artista devia – utopicamente devia – ensinar tudo e a toda a gente. As escolas, as fábricas, as oficinas, deviam ser orientadas por um gosto novo e consciente. Tudo como está me parece desencontrado.”E, muitas linhas abaixo, respondia que “o mural é a forma mais útil de participação na comunidade, a mais responsável. (…). Será, sobretudo, a forma menos egoísta de realização artística, se não se trair a sua função popular e o deixarmos estar no jardim, na escola, na gare, na praia, na fábrica, no café, no cinema, na igreja, em todos os sítios onde a vista não tenha reservado o direito de admissão.”Se bem o disse, melhor o fez. Na Escola Domingos Sequeira, onde foi professor de inglês, o artista plástico Augusto Mota deixou um grande trabalho seu em espaço público, colocado bastante tempo antes de se aposentar.Para uma das paredes do desaparecido Café Colipo, pintou uma gigante “Lenda do Lis e Lena” que está hoje armazenada algures, com mazelas difíceis de recuperar.Para as instalações da antiga “Carvalho & Catarro”, concebeu “As conquistas da Ciência”, um painel de quatro metros cujo paradeiro desconhece.Quase do mesmo tamanho, eram dois trabalhos que decoravam as paredes dos Supermercados Ulmar. “Foram assassinados”, lamenta hoje Augusto Mota. Uma parte da sua superfície está escondida por prateleiras; e o resto foi coberto por tinta plástica. Serão recuperáveis? “Talvez…” – diz Augusto Mota com grandes reticências. “É mais importante a intervenção artística nos espaços públicos do que nas galerias”, teima Mota em repetir, não obstante os desaires relatados. E foi com essa preocupação social que, quando jovem, se juntou a Miguel Franco, Guilherme Valente e Rui Branco, com Álvaro Morna a fazer uma perninha, para publicarem regularmente o “Pinhal Novo”, suplemento cultural do REGIÃO DE LEIRIA. E – parece mentira! – pagavam, dos seus próprios bolsos, 500 escudos para a inserção de cada edição neste semanário.Cultor de solidariedades, Augusto Mota participou, nos idos de 60, noutra experiência de grupo: uma mostra colectiva de poesia ilustrada através da qual um grupo de jovens intelectuais leirienses levou as suas preocupações sociais a expôr em Leiria, Marinha Grande e Monte Real. A única frase que recorda, das que ficaram registadas no livro de honra, dizia assim: “Mereciam ir todos presos”.Outro sinal da repressão sufocante que foi contemporânea da juventude de Augusto Mota, foi a apreensão dos exemplares da revista “Gafanhoto”, um periódico de banda desenhada que custava cinco tostões na Papelaria Vital, no edifício do Mercado de Santana, no sítio onde ainda há poucos anos existia um talho. O miúdo Augusto, que assistiu à cena de olhos arregalados, teve dificuldade em perceber porque é que aquele senhor, afinal um polícia à paisana, não deixava que uma tão inofensiva revista se vendesse. E a surpresa da criança não ficou mais pequena, quando lhe explicaram que… a culpa era do Cuto, um garoto traquinas cujo desenhador, Jesus Blasco, fazia viver aventuras demasiado rebeldes para uma época em que todas as actividades e leituras dos adolescentes não podiam desviar-se dos domesticantes parâmetros da Mocidade Portuguesa.Talvez tenham sido estas proibições aquilo que desencadeou em Augusto Mota um fascínio muito especial pela banda desenhada, que culminaria com a sua participação, como argumentista, na elaboração de “Wanya – Escala em Orongo”. Editado em 1973, foi um álbum de sucesso, que chegou a ser traduzido para a Alemanha.Porém, já dez anos antes Augusto Mota se aventurara noutro empreendimento: o do desenho animado. “Variações sobre o mesmo Traço” foi uma experiência concebida mediante técnicas muito pessoais, que lhe granjeariam uma meia dúzia de prémios, incluindo dois primeiros: num concurso de cinema de amadores da Figueira da Foz e no Primeiro Festival Nacional de Cinema de Amadores de Guimarães.Para realização pessoal, criou outros filmes que guarda para si. Alguns foram realizados de parceria com o conhecido poeta Alberto Pimenta, seu colega de curso em Coimbra. Aliás, os primeiros quatro livros de Alberto Pimenta possuem assinatura de Augusto Mota. Como tantos outros, dos mais diversos autores. E como os livros de todos os autores, que o leitor porventura adquira na Livraria Martins. Quer dizer: são de sua autoria, os desenhos das sobre-capas que a livraria oferece. …E encerramos com a frustração de ter deixado muito por dizer. Das incursões de Augusto Mota pela escrita, da sua intensa actividade como gravador de linólio, madeira, serigrafia, da sua componente humanística colocada ao serviço da população da sua Ortigosa, do seu culto pelas plantas, bem evidenciado no seu desafogado jardim, onde todas as espécies estão identificadas…Vejam lá, que até o nosso propósito inicial ficou no tinteiro! Que era destacar o pioneirismo de Augusto Mota nas artes gráficas leirienses. Os seus cartazes, que muita gente tem visto e pouca tem identificado o autor… Os seus logotipos criados para as mais diversas empresas ou instituições… Os seus estudos para caixas de tomates, tampos de sanita, copos, óculos, camisas, pão de ló…
*Este texto e foto foram publicados no Região de Leiria em 2 de Setembro de 2000, assinados por "José Freire de Oliveira". A utilização do nome completo do autor (e coordenador do Buraco da Fechadura) era uma exigência da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, com a alegação de que já existia uma carteira emitida com esse nome, para um fotógrafo que assinava profissionalmente "José Oliveira". A situação foi ultrapassada na revalidação seguinte da carteira, mercê da declaração do fotógrafo homónimo que amavelmente declarou que não publica textos, ao mesmo tempo que o coordenador do 'Buraco' declarava que não assina fotos.
sábado, janeiro 19, 2008


Gogue, o galego participante habitual das iniciativas caricaturísticas portuguesas, acaba de ser galardoado com mais uma distinção nos Estados Unidos, onde publica regularmente.
Desta vez arrecadou o Segundo Prémio no Cartoon of the week-Kansas City em The Wisenheimer (Associação de Humoristas Gráficos em Meios de Comunicação).
O trabalho premiado retrata uma situação que envolve Obama e Hillary.

Mingote: 89 anos anteontem
António Mingote, que publica todos os dias um cartoon de actualidade no ABC (Madrid), completou 89 anos de idade no passado dia 17, como nos recordou Filomeno em comentário no post abaixo.
Além do seu comentário gráfico diário, desenhado com rara segurança e traço assinalavelmente moderno, Mingote mantém um intenso ritmo de trabalho extra. Ilustra frequentemente obras literárias com dezenas ou centenas de desenhos, cria séries de selos para os "correos", azulejos para estações de metro, campanhas institucionais, etc.
Filho de um músico de Daroca (Zaragoza) e de uma escritora de Tarragona, passou a sua infância na terra do pai e em Calatayud. Também residiu em Teruel, onde iniciou os estudos.
Com uma carreira grafica iniciada aos 17 anos, justamente na altura em que se vê obrigado a alistar-se no exército, possui uma vasta galeria de distinções. Designadamente o primeiro título do Prémio Quevedos e o de Doutor Honoris Causa (2005), ambos outorgados pela Universidade de Alcalá de Henares (Madrid), sendo também Doutor Honoris Causa pela Universidad Rey Juan Carlos desde Janeiro de 2007.
É o decano dos humoristas latino-americanos no activo.

A foto (de Outubro de 2007) é um extracto de uma fotografia de grupo, chegado ontem a Buraco da Fechadura por gentileza da Fundación General de la Universidad de Alcalá de Henares.
A ilustração é um cartoon (autocaricatura) publicada pelo ABC em 6 de Junho de 2003, publicada por Buraco da Fechadura mercê de gentileza de www.tebeosfera.com (Manuel Barrero). A tradução é da responsabilidade de Buraco da Fechadura, usando a própria caligrafia de Mingote.
sexta-feira, janeiro 18, 2008

Sorrir faz bem. Ao físico e à mente.
Porque hoje é Dia do Sorriso, convido-vos a dar uma espreitadela a um trabalho acerca do Humor que publico em http://oaquieagora.blogspot.com/2007/08/caricatura-nos-jornais.html
Não se esqueçam de ir lá espreitar.
Zé Oliveira



